terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
domingo, 15 de Novembro de 2009
É tudo muito bonito, mas agora estou aqui que nem posso
Ontem fui à Luz ver a Selecção e não há nada como estar no meio de um estádio (o melhor, assim só por acaso) cheio de gente a cantar o hino. Dá mesmo gosto. Mais gosto deu sair de lá de cabeça erguida apesar de só um golo não encher a barriga depois de fazer 300kms e com outros tantos pra fazer no fim do jogo. Mas tudo bem, que podia ser pior e valeu bem a pena. Fossemos nós como aqueles bósnios que não se calaram meio segundo durante o jogo todo e podíamos acreditar mais que temos perfil de 12º jogador.
sábado, 31 de Outubro de 2009
Silêncio que se cantou fado
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Só pra verem como sou uma trabalhadora aplicada
Ainda não são 7h e já eu estou aqui fresquinha que nem uma alface (mentirosa) para ir trabalhar. É nestas alturas em que digo que não à cama, em que renuncio aos prazeres da continuação de uma boa noite de sono, que sinto que mereço um subsídio de amor ao trabalho. Modéstia à parte, sempre. É por causa de pessoas assim que este país não se enterrou e ainda há-de ser grande. Olhem para o que vos digo.
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
domingo, 4 de Outubro de 2009
Facto
Começar a trabalhar a uma sexta e ter um feriado na segunda é coisinha pra me deixar muito mal habituada.
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
De volta e de vez
Ooooohh acabou. Foram definitivamente das melhores semanas que já tive e que por isso repetia sem pensar duas vezes. Fui ao Chiado, aos Restauradores, ao Campo Pequeno e jantar no Bairro Alto ao som de fado. Muito chique. Conheci pessoas que, ou muito me engano, ou é coisinha pra dar numa amizade engraçada. Ah, pelo meio foi-se mais ou menos trabalhando. Amanhã começa a sério. É acreditar que não me vou perder antes de chegar ao trabalho. Wish me luck.
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
sábado, 26 de Setembro de 2009
De volta (mas por pouco)
Cheguei ontem e volto outra vez para Lisboa amanhã. Dá tempo para votar, ver o Benfica jogar como gente grande (espero eu) e fazer a mala de novo. Esta semana foi boa. Foi muito boa. O grupo de trabalho é o máximo, só faz asneiras e começo a achar que a empresa daqui a uma semana, mais coisa menos coisa, já nos mandou dar uma grande volta. Mas também não faz mal. Se isto é que é o mundo dos crescidos que trabalham, eu já queria ter feito parte dele há muito tempo.
Já agora, o Sheraton tem a melhor vista sobre Lisboa. Por isso façam como eu: arranjem uma excelente companhia e passem por lá.
Já agora, o Sheraton tem a melhor vista sobre Lisboa. Por isso façam como eu: arranjem uma excelente companhia e passem por lá.
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Feedback: foi muito disto que andei a fazer nas férias - parte 3 (e é a última)

O livro esteve durante algum tempo no top da Fnac e a Toni Morrison já foi galardoada com um Prémio Nobel, daí a minha curiosidade. Mas achei o livro demasiado complicado. Houve partes que tive de reler, porque a meio já estava perdida e depois não percebia nada. Exige muita concentração para se perceber do princípio ao fim e elaborar raciocínios demasiado complexos nas férias não é para mim.

Gostei imenso. É divertido, dá a conhecer Itália, a Índia e a Indonésia nos seus aspectos mais característicos: em Itália, a autora engordou os melhores quilos da sua vida (palavras dela que eu não duvido), na Índia explorou a parte espiritual (e, segundo ela, quem conhece a Índia conhece quase tudo) e na Indonésia teve um mestre que defendia que a idade está na maneira como nos sentimos e não nos números. Aqui também se apaixonou por alguém do outro lado do mundo. A vida dá mesmo muitas voltas e para isso não é preciso uma eternidade, acho que é a principal lição.
Shame on me que critiquei sem conhecer. É uma história de adolescentes? Sim, é. É muito pouco irreal sem hipótese de ser um relato do quotidiano? Sim, também é. Mas está tão bem escrito e é tão cativante que só me apetece ler o segundo e o terceiro e o quarto duma assentada só. Foi sem dúvida uma excelente surpresa. "The future isn't set in stone. Things change." Palavras do Edward, que é descrito de tal forma que também quero um Edward só para mim (um Edward, não um Robert Pattinson, não vamos confundir).


Sinceramente? É um nó na cabeça muito grande. É preciso ler sem estar a pensar como vai estar o tempo amanhã. A escrita é muito complexa, a pontuação é muito à José Luís Peixoto (e a mais ninguém) e a história não segue uma linha temporal definida. Mostra bem como passado, presente e futuro andam sempre de mãos dadas, como a vida pode ser tão irónica e rir-se de nós na cara. Mas vale a pena.
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